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11/04/2017 - Sintcon-RJ promove seminário dia 26/4 para organizar luta contra reforma trabalhista
A partir das 18h, no auditório do Sintcon-RJ (rua Álvaro Alvim, nº 37 – sala 502, Cinelândia, Centro)

No próximo dia 26 de abril, a partir das 18h, no auditório do Sintcon-RJ (rua Álvaro Alvim, nº 37 – sala 502, Cinelândia, Centro), será realizado seminário com o tema ‘Reforma Trabalhista’, promovido pelo nosso sindicato. Como debatedores convidados estarão presentes o economista Ademar Mineiro (Dieese) e o advogado trabalhista Sérgio Batalha, que vão expor as principais conseqüências do projeto de reforma trabalhista elaborado pelo governo Temer (PMDB), que prevê a retirada, redução e flexibilização de direitos históricos (como férias, décimo-terceiro), além da prevalência do negociado sobre o legislado.

O Seminário também contará com a presença e a participação de Célia Satil, fotógrafa e diretora do Sindicato dos Desenhistas do Rio (Sindes-RJ), que apresentará uma exposição de fotos intitulada ‘As fotos que formam os fatos’; e do músico e projetista Jaime Cavassa, que mostrará sua arte no cavaquinho.

Compareça. A entrada é franca para todos os trabalhadores em consultoria, associados ou não. O objetivo do Seminário é qualificar e preparar o movimento sindical, dentro e fora da consultoria de engenharia e projetos, para o necessário enfrentamento às tentativas do atual governo e das grandes empresas brasileiras no sentido de retirar direitos históricos dos trabalhadores.

O Seminário terá uma segunda sessão, prevista para acontecer no dia 10 de maio, também no Sintcon-RJ, quando será dada continuidade aos debates iniciados este mês.

 Governo Temer quer cortar direitos trabalhistas

O capitalismo hoje atravessa uma crise que teve seu início em fins do século passado, se estendeu na Europa em fins da primeira década do século XXI, atingindo o Brasil, principalmente, a partir da segunda década deste século. Na Europa, inúmeros países —como Portugal, Grécia e Espanha, entre outros — foram forçados, por pressão de empresas e sistema financeiro, a assumir posturas rígidas, ferindo direitos e conquistas históricas de seus trabalhadores. No entanto, houve reação organizada dos trabalhadores e os protestos foram inevitáveis, impondo aos governantes a revisão de tais medidas.

No Brasil, após o golpe que tirou Dilma Roussef (PT) do poder, os novos ‘governantes’ tentam impor medidas semelhantes para desconstruir conquistas históricas estabalecidas nos últimos 60 anos. Por meio das reformas trabalhista e previdenciária e de um ”projeto de terceirização”, querem jogar por terra a Constituição Federal à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Não podemos aceitar.

Daí a importância da presença de todos no Seminário do próximo dia 26/4.



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